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GREVE NA REDE ESTADUAL DE ENSINO
Mais uma vez, o descaso do governo para com os profissionais da educação no Estado levou a categoria a dizer não a proposta apresentada pela Aganp e deflagar greve até que o executivo atenda as reivindicações dos professores e funcionários administrativos de incorporação imediata aos vencimentos da “antecipação salarial”, mais um reajuste de 10%, mantendo a harmonia dos Planos de Carreira. Esta decisão foi tomada em Assembléia, realizada nesta quinta-feira, dia 02 de junho, em frente à Catedral Metropolitana.
O tratamento dispensado pelo governo do estado aos trabalhadores em educação, durante a Campanha Salarial de 2005, não destoa da realidade observada desde seu primeiro mandato como chefe do executivo. Depois de não honrar o compromisso assumido com estes profissionais em 2004, quando concedeu “antecipação salarial” ao invés de reajustar os vencimentos, agora insiste na concessão de um índice de reajuste de (6,13%), além de adiar a incorporação, de forma parcial, da antecipação salarial para o mês de setembro de 2005.
A direção do Sintego tem buscado, insistentemente, durante esta Campanha Salarial de 2005, junto à equipe econômica do Estado, melhorar a proposta de reajuste do governo, colocando de forma veemente as dificuldades financeiras da categoria, decorrentes da falta de valorização profissional. O governo, por sua vez, desrespeita professores e funcionários administrativos, com uma proposta de reajuste que diverge da propaganda de que “Goiás é um Estado pela Educação”.

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