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N° 005/2003
 

Informativo Específico aos Trabalhadores da
Rede Estadual de Ensino de Goiás


As Escolas Estaduais em Goiás vão parar

            As turbulências do mercado financeiro somadas à insensibilidade por parte do governo de Goiás, em não instituir uma política de valorização efetiva dos servidores, resulta, entre muitos outros transtornos, na queda da qualidade de vida destes trabalhadores, em virtude da defasagem salarial e conseqüente redução no poder de compra.
            Em relação aos trabalhadores em educação, os números do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (DIEESE) apontam perdas de 26,66% nos salários de professores e funcionários administrativos das escolas estaduais em Goiás, no período compreendido entre setembro de 2001 e agosto de 2003. O cálculo corresponde aos dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (INPE/IBGE).
            Em decorrência da indefinição por parte do governo de Goiás em não criar a Data-base para reajuste de salários dos servidores, os trabalhadores em educação vêm fortalecendo sua mobilização para a conquista desta reivindicação histórica. Reunidos em Assembléia, no dia 21 de agosto, em Goiânia, a categoria aprovou um Calendário de Paralisações a serem realizadas ao longo do mês de setembro de 2003. Volta ao topo do texto

 


Sintego cobra da SEE soluções para impasses

            Em audiência com a secretária de Estado da Educação, no dia 20 de agosto, a direção do Sintego reivindicou, mais uma vez, solução para os principais prejuízos enfrentados por professores e funcionários administrativos das escolas da Rede.
            O quadro que segue reproduz a pauta de reivindicações encaminhada desde o primeiro semestre de 2003 à SEE, bem como as informações repassadas à direção do SINTEGO, pela secretária de Educação, como forma de resolver as demandas que comprometem tanto questões financeiras, quanto condições de trabalho destes profissionais.
            Como pode ser observado, a pauta permanece sem solução, principalmente em pontos importantes como a DATA BASE e RECOMPOSIÇÃO SALARIAL.
            Em função deste comportamento do Governo, simbolizando a falta de vontade em valorizar o trabalhador em educação, a direção do SINTEGO destaca a importância do envolvimento de todos os professores e funcionários das escolas estaduais nas Paralisações e manifestações durante o mês de setembro.
            Estes profissionais devem demonstrar ao governo sua força e disposição em lutar pelo atendimento de suas reivindicações, na busca constante por valorização e reconhecimento desta categoria.Volta ao topo do texto