Representantes do Fórum em Defesa dos Servidores Públicos Estaduais se reuniram ontem, 23, com o secretário da Fazenda do Estado, Jorcelino Braga, para reafirmarem a opinião contrária à proposta do governo de criar uma nova política salarial para padronizar o salário dos servidores. O projeto foi apresentado na Assembléia Legislativa no último dia 28 e desde então o Sintego juntamente com outros sindicatos que também fazem parte do Fórum manifestaram a opinião contra a padronização.
Na reunião de ontem a tesoureira do Sintego, Bia de Lima, tomou frente das negociações e deixou muito claro que essa proposta de padronização salarial é prejudiciais aos trabalhadores públicos e principalmente para a educação. “Se aprovada essa lei perderíamos muitos direitos conquistados ao longo desses anos de luta, como qüinqüênio, titularidade, promoção automática, enfim, era a mesma coisa que revogar nosso estatuto”.
A presidenta do Sintego, Iêda Leal, explica que o sindicato estava lutando por este resultado. “O Sintego tomou frente das discussões defendendo os direitos dos trabalhadores, não íamos deixar que o governo prejudicasse os trabalhadores da educação que merecem ser valorizados”.
A nova política salarial apresentada previa uma drástica mudança na vida dos mais de 150 mil trabalhadores públicos. Se aprovada a lei estabeleceria um teto de 65% da receita líquida do governo para os gastos com a folha de pessoal, limitando assim os gastos com comissionados e padronizando as carreiras e funções.
Juliane Souto
Assessoria de Comunicação
Lara Vieira
Estagiária de comunicação
Marina Sobrinho
Estagiária de comunicação
Ludwaler Rodrigues
Secretário de Comunicação